domingo, 3 de junho de 2012

COMÉDIA ENTRE OS BICHOS

COMÉDIA ENTRE OS BICHOS

Bigode era o nome de um gato,
Molhado era o nome de um pato.
Trompete era o do elefante
E o do boi era ruminante

Bigode ia sempre ao barbeiro,
Um bode de nome estrangeiro,
Que não fazia o cavanhaque
E só falava com sotaque.

Molhado era amigo de um cão,
Um mastim chamado lobão.
Que tinha um latido bem triste
E era fã de mel com alpiste.

Trompete gostava de Rosa,
Uma cobra muito dengosa.
Que seu corpo todo enroscava
Sempre que trompete passava.

Ruminante era um boi sabido
Que adorava a vaca Rosada,
Por isso soltava um mugido
Ao ver o leiteiro na estrada.
poesia de  DUDA MACHADO
Com Carinho, Pedro



sexta-feira, 1 de junho de 2012

Eu só queria ser eu mesmo

SOU EU MESMO
Eu só queria ser eu mesmo
E assim querendo,
Aí de mim!

Você tem 
Os olhos da vovó.
Você tem
A boca da titia.
Você tem 
Os cabelos da mamãe.
Você tem
As mão do tio Leandro.
Você tem
O nariz do papai.
Você tem...

Pára, pára, pára,
Quero ser eu mesmo:
E não um Frankenstein !


Poema  de Sergio Capparelli do livro 111 poemas para crianças
Porto Alegre:  L&M 2003

Com Carinho
PEDRO

domingo, 27 de maio de 2012

Ararinha-Azul

foto: Google
imagem
Foto do filme Rio
Ararinha-Azul
Ararinha-azul
Procura
No céu azul
Por outra
Ararinha-Azul.

Mas,no azul do céu
Tem tanto azul,
Que a ararinha-azul
Só encontra azul,
Azul,azul,azul.
Poema Lalau

Ararinha- azul mora na região da caatinga do Nordeste,chega a medir até 57cm,
gosta de comer frutas e coquinhos.A fêmea bota dois ovinhos por vez e os filhotinhos
nascem depois de trinta dias.
Do livro Brasileirinhos

Com carinho
Pedro

sexta-feira, 25 de maio de 2012

SOCORRO!!!! BRASILEIRINHOS EM PERIGO!

BOTO COR-DE-ROSA
Feira do Livro 
 Pedro participou com a poesia Boto cor-de-rosa
Boto cor-de-rosa
ilustração: Pedro Lamarca

BOTO COR-DE-ROSA

Dizem que boto
Vira homem
Em noites de festas.
Veste-se de branco,
Põe chapéu na testa,
Conversa, sorri, dança
E carrega as moças
Para a floresta.

Qual seu segredo?
Será ele um anjo rosado
Ou um lindo brinquedo?
poema do Lalau

HISTÓRIA PRODUZIDA A PARTIR DO LIVRO "MAIS BRASILEIRINHOS",
DE LALAU E LAURABEATRIZ.

Socorro!!!BRASILEIRINHOS EM PERIGO!

Era uma vez,uns animais bem brasileirinhos que adoravam brincar, comer e dormir.Mas a vida deles corria perigo.

Um dia o Papagaio de Cara-Roxa estava voando junto com o Pica pau Rei e o Guaruba quando, de repente, viu uns homens montando armadilhas, cortando as árvores e destruindo tudo!!! os bichinhos ficaram muito assustados e resolveram avisar aos outros animais.

O Guariba avisou ao Guaruba, que avisou ao Mico de Cheiro...

O Mico de Cheiro avisou ao Gato Palheiro, que avisou ao Ouriço Preto...

O Ouriço Preto avisou a Piriquitamboia,que avisou ao Bicho Preguiça...

E o Bicho Preguiça avisou ao Tatu Canastra, que avisou aos animais que vivem no mar.Aí, os animais se reuniram e bolaram um plano para dar uma lição nos caçadores.

Alguns animais que voam pegaram uma rede e jogaram em cima desses
homens maus. Os outros animais foram chamar o guarda.

Aí,o guarda colocou os caçadores dentro de um saco, colocou eles no avião e mandou eles para bem longe. E os animais viveram felizes para sempre.

Texto: alunos do grupinho III
Ilustração: Pedro Lamarca
(foi respeitada a linguagem das crianças)


Ilustrações: Pedro Lamarca

Algumas ilustrações do livro
Papagaio de cara roxa

Mico de cheiro

Amiguinhos espero que vocês tenham gostado do meu livrinho!



Na feira tinha alguns títulos da autora Sylvia Orthof
Próximo autor que o nosso grupinho vai  trabalhar 
Trabalhos do Mural, feito pelas crianças sobre o livro  "MAIS BRASILEIRINHOS"
de Lalau e Laurabeatriz.
Guará

Mico de Cheiro e Guariba

Pedro, mamãe e a Prof.ª Valéria
Prof.ª Paty
Momento de carinho 
Prof.ª Paty,Pedro e papai 

Ganhei esse livro na pescaria.

Com carinho
Pedro Lamarca

Todas as fotos dessa postagem são  minhas e de minha família  e não podem ser usadas  sem o minha autorização. 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Lá no formigueiro...

FORMIGUINHAS

Formigas pequenas,
formigas bem grandes,
passam apressadas
pra lá e pra cá...

Carregando folhas,
sementes de frutas,
migalhas de pão,
grãozinhos de açúcar...

Trabalham o dia inteiro
e à noite também.
Não ganham dinheiro
e nem elogios.

Lá no formigueiro,
só descansam quando
está no inverno
ou chove o dia inteiro.

poesia Andra Valladares


Com Carinho, Pedro