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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Nem caça, nem caçador. Somente muito amor.

NÃO QUERO BOLSA DE JACARÉ

Qual é!

Quem quer bolsa de jacaré?

Olha lá o jacaré!
Que dentes afiados,
Vou dar no pé!
Não quero ser triturado.

Deixe de besteira,
Jacaré não dá bobeira,
É só não perturbar.
Deixa ele descansar!

Jacaré do papo amarelo,
Jacaré do Pantanal,
Está desaparecendo,
Isso não é legal!

Não quero bolsa de jacaré,
Nem sapato no meu pé.
Quero manter a natureza,
Com toda a sua beleza.

Venham comigo criançada,
Aqui não tem caçada,
Nem caça, nem caçador.
Somente muito amor.

Com Carinho, Pedro

domingo, 10 de março de 2013

Uma lagarta envergonhada

imagem:
A LAGARTA E A BORBOLETA
poesia de VERA RIBEIRO GUEDES
Era uma vez...
Uma lagarta envergonhada,
Que pelo chão se rastejava,
E todo mundo debochava:

Que lagarta desengonçada,
Feia e maltratada!
Ninguém dela gostava,
As pessoas, ela assustava.

Pobre Dona Lagarta...
Muito triste ficou,
E sentindo-se desprezada,
Em um casulo se fechou.

E assim...
Passaram-se os dias,
Ninguém sua falta sentia,
Até que em belo cenário,
Enquanto o sol, a vida aquecia,
E a rosa, o jardim floria,
Em um galho pendurado,
O casulo se abria.

E uma linda borboleta,
De asas bem coloridas,
O casulo deixou,
Alegrando nossa vida.

E todos viram o milagre,
Que a natureza preparou,
A feia e envergonhada lagarta,
Na borboleta se transformou.
foto: Pedro e Amara

Já não era desengonçada,
Mas, linda e cheia de graça,
E a todos superou.

Pois não mais se rastejava,
Pelo contrário, voava,
O céu, enfim, conquistou.

VERA RIBEIRO GUEDES
fonte:
http://verarguedes.blogspot.com.br/


Com Carinho, Pedro