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sábado, 15 de setembro de 2012

Hoje acordei bem cedo. Vou pra casa da vovó!




TUPI

Hoje acordei bem cedo.
Vou pra casa da vovó!
Vou feliz e vou sem medo,
Vou levando o meu totó.


Tupi é meu melhor amigo.
Um vira-lata legal!
Quando o peguei no abrigo,
Chamava-se Tiquinho de tal.


Este nome não lhe cabia,
Já que era bem grandão!
Musculoso, ele se fazia
Respeitar na multidão.


Tupi, um nome guerreiro.
De índio, bem brasileiro!
Foi assim que o batizei,
No dia em que o adotei.


Com Tupi vou a todo lado,
De minha casa para escola,
Da pracinha pro gramado
Onde sempre jogo bola.


Vovó gosta das visitas
Que eu e Tupi lhe fazemos.
Prepara uma mesa bonita,
Com quitutes que comemos.


Tupi gosta do passeio.
Grunhe e corre, late e pula.
Nem um pingo de receio,
Vovó lhe incentiva a gula.


Truques e truques ele faz:
Para e senta, deita e rola.
Quer bolachas da sacola
Que vovó sempre lhe traz.


Da série: Pequetita, poesias infantis, Rio de Janeiro: 2008
 Ladyce West


Com Carinho, Pedro

domingo, 2 de setembro de 2012

É um amigo companheiro.

CÃO Fiel

É um amigo companheiro.
Acompanha na lida o boiadeiro,
auxilia o fazendeiro,
mas às vezes é arteiro.

Pula, faz buraco, corre...
Um apetitoso osso rói..
Rasga o tapete, foge,
brinca de esconde-esconde.

Porém, ao menor sinal,
lá vai o esperto animal,
fazendo uma vistoria geral.
É um amigo legal.

É alegre, carinhoso.
É elegante, garboso.
Nunca é rancoroso.
Sempre é carinhoso.
Autor Josete


Com Carinho, Pedro

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Ah! Como eu gosto do meu cão!


Sapeca, meu cão 

Eu tenho um cãozinho
Que é levado da breca,
Você sabe o nome dele?
Ele é o cão Sapeca.

Todo dia bem cedinho
Ele me acorda com carinho,
Me dá uma lambida no nariz
Que me deixa muito alegre e feliz.

Quando vou para a escola,
Sapeca fica chateado,
Em sua casinha deita
Com o rabinho enrolado.

Mas, em compensação
Na hora que eu chego da escola,
Sapeca late, pula e rola.
É pura festa, só animação.

Ah! Como eu gosto do meu cão! 

poesia: Cláudia Zin

fonte

 Com Carinho  Pedro

terça-feira, 1 de maio de 2012

Que delicada aliança dos seres da criação:


Simpatia

      Numa tarde longa e mansa,
os dois pela estrada vão:
o cão estima a criança,
e a criança estima o cão.

Que delicada aliança
dos seres da criação:
uma risonha criança,
um robustíssimo cão.

Deus percebeu a lembrança
e sorriu lá na amplidão:
ele gosta da criança,
que trata bem o seu cão.

Por isso, na tarde mansa,
os dois felizes lá vão:
a delicada criança
e o robustíssimo cão.

poesia de Afonso Schmidt

Afonso Schmidt nasceu em Cubatão, Estado de São Paulo, a 29 de junho de 1890, m. em São Paulo a 3 de abril de 1964)


Com Carinho, Pedro